A caça era silenciosa naquela noite. A lua cheia iluminava os campos abertos, e cada som da floresta parecia amplificado dentro de mim. Meus sentidos estavam aguçados, a fera em mim pulsando sob a pele, querendo liberdade.
Avançava rápido entre as árvores, sentindo o cheiro de um cervo adiante, o som suave de suas patas sobre as folhas secas. Eu estava pronto para o ataque, para o impulso selvagem que dominava os meus músculos, quando algo me atingiu.
Não foi um som. Não foi um cheiro. Foi mais