(POV Selene)
O mundo ainda vibrava.
Não só o chão, não só as paredes partidas — mas dentro de mim. O selo pulsava como se tivesse se fundido à própria pedra, latejando em cada veia, queimando em cada batida do coração.
Elias.
Eu senti cada segundo do que ele fez.
A energia dele me atravessou como corrente elétrica, selvagem, crua, sem piedade. Senti o sangue escorrer da palma dele como se fosse meu, a dor de cada fibra queimando. Não havia como separar o que era dele do que era meu.
E, ainda as