O selo desperta quando a lua está alta.
Não há sono que o cale. Não há silêncio que o esconda.
Ele pulsa como coração que não pertence a apenas um corpo. Cada batida atravessa carne, ossos, lembranças. É como se três ecos diferentes vivessem dentro dele — três vozes que se entrelaçam, três forças que não se apagam.
E Selene, mesmo sem saber, já não caminha sozinha.
A primeira voz é pedra.
Fria. Certeira. Forjada no ferro e no sangue.
É a voz de quem nunca pediu trono, mas ergueu muralhas ao red