(POV Selene)
A caverna está em silêncio. Mas não é silêncio de paz — é silêncio de vigília, de respirações contidas, de pensamentos que não se calam. Fecho os olhos no colchonete fino sobre a pedra, e o que encontro não é descanso. São lembranças. Elas me perseguem, uma após a outra, até se confundirem com o próprio pulsar do selo no meu pulso.
Ronan.
Dorian.
Caelan.
Não importa para onde eu olhe ou para onde minha mente corra, eles estão lá. Cada um deixou um pedaço de si em mim, e agora o