A noite caiu sem cerimônia, pesada como lã molhada.
O vale inteiro parecia prendido entre dois silêncios: o que vinha do rio seco… e o que vinha do Sul.
Helena mal havia dormido, mas se recusava a demonstrar cansaço.
Kael estava na torre leste, observando o horizonte, corpo rígido, como se esperasse algo chegar pelo ar.
Lyria dormia no quarto, exausta pelos esforços do dia anterior — repetir nomes, segurar memórias, costurar laços invisíveis não era tarefa leve para uma criança com dons.
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