O corpo do mensageiro havia sido retirado do pátio, mas o ar permanecia estranho, pesado, como se o silêncio dele ainda estivesse ali, pairando entre as pedras.
Helena passou a madrugada acordada, reorganizando a casa, dando ordens, preenchendo lacunas que nem existiam, só para impedir a mente de revisitar a última frase dita pelo homem de vidro através daquele pobre infeliz.
Kael não dormiu.
Andava.
Só andava, como fera enjaulada que tenta encontrar de onde vem o cheiro do inimigo.
Quando a