O sol desceu devagar, como quem sabe que a última luz é juramento.
Nos vilarejos, as portas foram polvilhadas de sal vivo; as janelas, fechadas com nó simples; as mesas, limpas com pano de pinho.
Erynn havia dito: uma voz por casa.
Não para fazer coro alto, mas para que o silêncio ouvisse cada nome.
No Bico de Neve, a velha Alaíde sentou os netos no banco e acendeu a lamparina pequena.
— Primeiro o nosso — disse, firme.
Os meninos repetiram, um tropeçando na sílaba do meio; ela riu.
— O err