A batida na porta é seca, impaciente.
Celina ergue os olhos da colcha ainda amarrotada da noite anterior. Suspira, se levanta devagar, ajeitando os cabelos rebeldes atrás da orelha, a dor no corpo mais branda agora, mas ainda presente. Quando abre a porta, encontra Kaito parado com duas malas preta em cada mão e uma sacola branca pendurada no braço. A expressão dele é entediada, o fone de ouvido ainda pendurado no pescoço.
— Suas tralhas — ele diz, largando as malas encostadas no batente.
— Hm.