A maçaneta gira com um leve estalo.
Celina abre a porta do quarto com cautela, o corpo ainda dolorido e o orgulho ferido, mas a curiosidade vence.
Ela passa pelo batente, e pela primeira vez desde que acordou naquele lugar, ela permite que os olhos passeiem com atenção pelo ambiente. O corredor é simples, com paredes exibem cores neutras e piso de madeira escura, lustrado, mas com marcas do tempo.
O lugar exala um conforto simples. Para um detetive corrupto, esperava algo muito mais chamativo