O aroma suave de comida quente invade o quarto antes mesmo que Celina consiga abrir os olhos. É como se um fio invisível a puxasse de volta à consciência. As pálpebras pesadas protestam contra a luz que atravessa a pele, mas, lentamente, ela força um estreito feixe de visão.
Tenta se erguer.
O movimento é um erro.
Uma onda de tontura atinge sua cabeça como um golpe súbito, fazendo suas vistas se embasarem até que tudo se torne borrões indecifráveis. Ela inspira fundo, prendendo o ar nos pulmões