A cozinha está banhada por uma luz morna do fim da tarde, as cortinas semiabertas balançam com o vento leve. Celina para no batente da porta, observando a cena à sua frente com uma sobrancelha arqueada.
Kaito está em pé, de costas para ela, com um avental amarrado torto na cintura e fones de ouvido pendurados no pescoço. Ele segura um saco de arroz com uma mão, e com a outra tenta decifrar o modo de preparo impresso no verso. Os olhos apertados, a expressão concentrada, a boca se movendo confor