CAPÍTULO 82
Entre o último suspiro e o peso da culpa
O relógio na parede marcava pouco depois das oito da manhã quando Alinna abriu os olhos. O corpo ainda estava fraco, pesado, como se tivesse passado por uma guerra da qual não se lembrava. Por um instante, não soube onde estava. Então o cheiro inconfundível de hospital trouxe tudo de volta como um soco no estômago.
Respirou fundo, apoiou as mãos no colchão e se levantou com esforço. A cada passo, o corpo lembrava que estava machucado por den