Capítulo 13
Às vezes, amar é ter coragem de aparecer depois da despedida.
— Ei, Alinna! Vem, eu te levo pra casa — disse a voz masculina do outro lado da rua.
Ela se virou, limpando os olhos com as costas da mão. Era Lucas.
— Sou amigo do Caio.
Essa frase bastou. Ela entrou no carro, sem pensar. Mas as lágrimas não paravam.
Lucas ligou o motor, mas a olhou de lado, preocupado.
— Ei... não fica assim. O que aconteceu?
Ela respirou fundo, a voz embargada:
— Eu achei que, só uma vez... poderia ser