CAPÍTULO 156
Quando proteger significa matar em silêncio
LUCAS SANTORO
Paris tinha aquela falsa sensação de beleza eterna. As luzes, o cheiro de pão recém-assado, o barulho dos carros que nunca dormem. Mas eu sabia: por baixo, cada esquina escondia olhos e dentes. E hoje… esses dentes estavam voltados para ela.
Alinna caminhava distraída, elegante, como sempre. Casaco claro, salto firme, pasta de couro junto ao corpo. Para qualquer um, era apenas uma mulher de negócios, mas para mim… ela era o