CAPÍTULO 27
Quando o amor morre, nasce o silêncio da rendição
Eduard permaneceu parado, imóvel na cozinha, enquanto o som dos passos de Alinna sumia pela escada.
As palavras dela ainda vibravam no ar, como navalhas.
“Você não é nem 1% do homem que meu pai foi.”
A frase ecoava na mente dele como um tiro no meio do peito.
E ele, o todo-poderoso Eduard Bastien Moreau, não conseguia respirar direito.
Jogou a xícara na pia com raiva. A porcelana estourou em mil pedaços.
Subiu as escadas como um fu