No dia seguinte...
Nos reunimos ao redor da mesa para o café da manhã.
Todos.
Heitor. Santino. Lola. Lúcio. E eu.
E, para minha, total surpresa — e alegria secreta que eu escondo até de mim mesma —, foi Santino quem conduziu o pai na cadeira de rodas até a mesa.
Meu coração... ah, meu coração vibrou.
Ele não se expôs. Ficou comedido nas palavras. Educado até demais. Cordato. Controlado. Formal. Principalmente... comigo e com Heitor.
Aquele “bom dia” seco... quase doeu nos meus ouvidos.
Lúcio, esse sim, preencheu