Mook entrou na base como quem pisa em cacos de vidro. Cada passo era uma facada no silêncio pesado do lugar. Suado, tenso, os olhos de garoto carregavam uma maturidade que não era da sua idade, atentos a cada sombra, a cada movimento. O segurança, com sua desconfiança habitual, notou a chegada, mas não impediu a passagem. Apenas observou o garoto sumir pelo corredor.
Lá dentro, Theo estava imerso em anotações quando ouviu a porta ranger. Levantou os olhos — e o mundo parou.
Não era preciso di