O sol subia devagar no céu do morro, como quem também acordava cansado depois de três dias de festa.
Restos de bandeirinhas ainda balançavam preguiçosas nos fios, como se se recusassem a ir embora. Copos plásticos espalhados, cheiro de churrasco se misturando ao da terra molhada. A paz parecia real, mas tinha algo no ar… um peso invisível, sutil, que nem a brisa da manhã conseguiu levar embora.
Theo abriu a porta de sua casinha simples no alto da ladeira, enxugando o suor da nuca com a camiseta