A COPA DA COMUNIDADE COMEÇOU.
O sol descia devagar sobre o Raízes do Morro, mas a comunidade já tava em festa desde cedo. Bandeiras tremulando, criançada com o rosto pintado, cartazes artesanais, caixa de som estralando funk, e o ginásio da ONG lotado. Mariana, a nossa eterna fiscal do barulho, bufava com a mão na cintura:
— Se mais um carro passar com esse pancadão, eu jogo água fervendo!
— Relaxa, Mari! Hoje é dia de Copa! — gritou Cebola, com um copo de mate na mão e uma faixa escrito "