Mundo de ficçãoIniciar sessãoO pai de Sara já se preparava para levar Rivera e a mulher quando o prisioneiro, cheio de ódio, virou-se e lançou um olhar de fúria para Don Vitório. Os dentes cerrados, as veias latejando no pescoço, Rivera parecia prestes a cuspir maldições.
Antes que ele pudesse falar, Sara ergueu a mão. A voz dela soou firme, clara, cortando o ar pesado do pátio:— Don Vitório, ele não pode ser morto agora.O silêncio caiu como uma pedra. Todos os olhares se voltaram para a ciga






