Mundo ficciónIniciar sesiónEntre música e promessas
O fogo ainda ardia alto no pátio, e os ciganos não davam sinais de cansaço. Violinos, palmas e gargalhadas embalavam a madrugada, enquanto Baran e Irina eram celebrados como marido e mulher. Mas um pouco afastados, sob a varanda iluminada pelas tochas, Sara se inclinou para Don Vitório, os olhos cintilando de malícia e serenidade.— Meu Don… — murmurou, tocando-lhe o braço — já está na hora de nós nos recolhermos. Nós não somos os noivos esta noite.






