Anny
Ter um recém-nascido em casa e um menino de sete anos ao mesmo tempo é como tentar abraçar dois mundos com os dois braços e ainda assim sentir que falta mão.
Eu acordo de madrugada com o choro da Samantha, olho pro lado e vejo o Samuel já meio sentado na cama, pronto pra pegar ela no berço.
Quando dá cinco e pouco da manhã, o choro dela mal terminou e o despertador do Andryel já começa a tocar no quarto ao lado, avisando que tem escola, tarefa, uniforme.
E eu não quero perder nada. Nem o p