Abri a porta do meu quarto e me sentei no chão, sem forças para chegar até a cama. Os joelhos dobrados contra o peito, os braços apertando as pernas num abraço inútil.
Lembrei de tudo: do beijo, do toque, do instante em que ele havia parado, pedindo permissão com os olhos. Doía saber que, para mim, aquilo havia sido tudo… e para ele, um erro.
Adriano fora claro, direto, definitivo. Cada palavra dele ainda ecoava dentro de mim como um golpe violento. Não crie expectativas. Eu não sou homem par