No dia Seguinte...
O silêncio na casa de Coringa era pesado, quase palpável. A ausência de Helena nos últimos dias, somada à agonia pelo estado de TH, tinha deixado ele à beira de um colapso nervoso. Ele estava no quarto, jogado sobre a cama, o quarto escuro iluminado apenas pela luz da lua que filtrava pelas cortinas semiabertas. Ele não esperava por ninguém; ele só queria beber até esquecer que o controle sobre o seu morro — e sobre o seu coração — estava escorrendo por entre seus dedos.
Um c