— Implorar? — ele repetiu, a voz rouca, quase um rosnado preso na garganta. Ele a pressionou contra o corpo, o contraste entre a força bruta dele e a fragilidade da renda preta da lingerie sendo uma tortura absoluta para sua sanidade. — Eu mataria por você, Helena. Eu destruiria esse morro inteiro só para te ver sorrir de novo. Não me pede para implorar, me pede para provar.
Helena soltou uma risada baixa, um som aveludado que parecia preencher cada centímetro do quarto. Ela levou os dedos ao