O galpão na parte baixa do morro estava imerso em uma escuridão que cheirava a mofo e ferro velho. No centro, sob a luz amarelada de uma única lâmpada pendurada por um fio, Vanessa estava amarrada a uma cadeira de metal. O rosto dela, antes cheio de arrogância e futilidade, agora era uma máscara de terror puro.
A porta de ferro rangeu e a silhueta de Coringa surgiu. Ele caminhava com uma calma que era muito mais assustadora do que qualquer grito de fúria.
— ... por favor... foi um erro! — Vanes