O barulho da lanchonete parecia distante enquanto eu mergulhava na conversa do grupo. Rafael ainda estava afastado, gesticulando nervosamente ao telefone, o que me deu tempo para desabafar com as únicas pessoas que realmente conheciam todos os meus lados.— Eu achei que a prova fosse me matar, mas consegui terminar tudo. Acho que me saí bem — digitei, sentindo o peso dos ombros diminuir um pouco.Vitória: — Que bom, sobrinha! Parabéns, você é uma guerreira.— Obrigada, Vi. Você também é. E você, Laura? Como foi a sua prova? — perguntei, preocupada com a minha prima.Laura: — Ah, foi mais ou menos... Eu não estudei muito, confesso. Mas acho que deu para passar.— Tomara que sim, amiga. Você é muito inteligente, só precisa se dedicar mais — respondi, tentando ser o incentivo que ela não tinha em casa.Laura: — Eu sei, eu sei. Mas é que os problemas lá em casa não param... Você sabe como é. Meu pai está pegando muito no meu pé, tudo por culpa do Arthur. Agora que ele é o "Coringa", o cli
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