ARIEL MACEY Cheguei à mansão com os braços cheios de sacolas. Luna estava na sala de estar, deitada de bruços no tapete, cercada por lápis de cor e folhas de papel. Quando me viu, ela largou o lápis amarelo e se levantou num pulo, correndo na minha direção com os braços abertos. Soltei as sacolas no chão sem cerimônia e me agachei para recebê-la. O impacto do corpinho dela contra o meu foi o melhor remédio para a minha alma cansada. — Oi, meu amor. — apertei-a, cheirando os cabelos dela. — Senti sua falta. Ela se afastou um pouco e fez um sinal de "eu também", seguido de um gesto apontando para as sacolas, curiosa. — Ah, isso são coisas chatas. Roupas, cremes... — Fiz uma careta, e ela riu sem som. — Mas sabe o que não é chato? O sol lá fora. O que você acha de estrearmos a piscina aquecida? Os olhos de Luna se arregalaram. Ela correu até a janela, confirmando que o tempo estava firme, e depois voltou para mim, batendo palmas e dando pulinhos. — Então vá se trocar! — o
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