ARIEL MACEY
Dante estava quente, exalando um leve cheiro de álcool e perfume. Ele enterrou o rosto na curva do meu pescoço, a barba por fazer roçando minha pele sensível, causando arrepios.
Não me movi bruscamente. Apenas expirei, relaxando no abraço dele, sentindo aquela sensação de segurança que só ele me dava.
— Você demorou... — sussurrei, a voz rouca de sono.
— Desculpe, foi difícil me livrar da multidão. — ele respondeu, a voz grave vibrando contra minhas costas. — Vim o mais rápi