DANTE VELASQUEZ
Segurei a mão de Ariel o tempo todo enquanto estávamos na ambulância, apertando os dedos frios, murmurando coisas sem sentido. Promessas de amor, pedidos de desculpas e ordens para ela acordar.
Chegamos à emergência do Seattle Grace.
— Familiar? — uma enfermeira perguntou, barrando minha entrada na sala de trauma.
— Noivo. — respondi automaticamente. — Eu sou o noivo dela.
Eles a levaram. As portas duplas se fecharam, deixando-me do lado de fora, com o cheiro de álcool