ARIEL MACEY
Cheguei à mansão com os braços cheios de sacolas.
Luna estava na sala de estar, deitada de bruços no tapete, cercada por lápis de cor e folhas de papel. Quando me viu, ela largou o lápis amarelo e se levantou num pulo, correndo na minha direção com os braços abertos.
Soltei as sacolas no chão sem cerimônia e me agachei para recebê-la. O impacto do corpinho dela contra o meu foi o melhor remédio para a minha alma cansada.
— Oi, meu amor. — apertei-a, cheirando os cabelos dela