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Rompendo o Vínculo de Companheiros

Rompendo o Vínculo de Companheiros

Eu era Rebecca, companheira de Gavin Clarke, Alfa da alcateia de Ironpelt — a mais poderosa entre as alcateias do Norte. Gavin era um gênio dos negócios que surge uma vez a cada século, com suas redes comerciais se expandindo por uma dúzia de alcateia setentrionais, transformando sua alcateia em um verdadeiro império empresarial. Ele me havia reivindicado por quatro anos. Estávamos juntos, aguardando nossa cerimônia de união… até que sua paixão de infância, Vivian, voltou. No instante em que os vi se reencontrar, a verdade me despedaçou: o que eu acreditava ser amor nunca passara de uma ilusão minha. Seus olhos estavam apenas para ela. Eu tinha sido… conveniente. Ao menos, ele nunca me havia marcado. Nenhum vínculo de companheiros, apenas a fria burocracia do Conselho da Alcateia. Isso tornou tudo mais simples. Então, preparei minha vingança — disfarcei o Acordo para Romper o Vínculo de Companheiros como uma simples autorização universitária. Quando sua caneta tocou o papel, nosso vínculo se desfez no traço de um tinteiro. Ele jamais percebeu o que realmente perdera naquele dia: não apenas uma companheira. Mas o futuro herdeiro do legado Ironpelt. Agora ele me caça através de continentes. É amor? Ou o filhote? Ou apenas o orgulho de um alfa, queimando porque eu o fiz romper o vínculo de companheiros sem que ele sequer percebesse que havia sido superado?
Cuento corto · Lobisomen
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Não É Tão Fácil Afinal

Não É Tão Fácil Afinal

Meu noivo, Victor Blackwood, é um chefe da máfia que governa o submundo do país com punho de ferro. Para o resto do mundo, ele é o retrato do poder. Mas, para mim, ele é o retrato do amor. Mas eu não percebia o preço de amar um homem como ele. No Dia dos Namorados, eu fiz suas comidas favoritas e esperei que ele voltasse para casa. O tempo passou, porém, a cadeira dele permaneceu vazia. Inquieta, entrei no perfil de Queenie Stone. Ela é a irmã de criação de Victor. Ela havia postado: "Eu apenas disse que me sentia sozinha, e ele veio imediatamente." "Mesmo quando derramei vinho nele sem querer, ele não se importou. Victor ainda é alguém que prioriza a família, mesmo que isso signifique negligenciar a amante". "Ele nunca me decepciona. Espero que as coisas continuem assim." Na foto, a camisa de Victor estava encharcada na altura da cintura. O lenço de Queenie pairava perto de suas partes mais íntimas, mas ele não se afastou. Ele apenas a olhava com afeto. Não fiz nenhum escândalo, apenas dei um "curtir" na postagem de Queenie. Em seguida, enviei uma mensagem a Victor, dizendo: "Vamos terminar." Victor me ignorou, como de costume. Mais tarde, descobri que, quando minha mensagem de término apareceu, ele disse casualmente: — Vivienne não pode viver sem mim. Ela está apenas fazendo um drama. — Se eu a ignorar por alguns dias, ela rastejará de volta sozinha. Ela é fácil de agradar. O que ele não sabia é que eu era fácil de lidar apenas porque um dia o amei. Mas agora que decidi ir embora, ele não conseguirá me fazer voltar, não importa o quanto tente me reconquistar.
Cuento corto · Máfia
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O MAGNATA MAFIOSO

O MAGNATA MAFIOSO

SINOPSE: Quando se é cria do morro do alemão, é algo que nos faz ser mais espertos na nossa caminhada, o bagulho às vezes fica louco demais, ou até mesmo quando sabemos que a vida é de uma forma que tudo é fácil... acho que tive uma vida "fácil" digamos assim, afinal eu sou filho do dono do morro, do chefe do CV e da herdeira da máfia, e querendo ou não esse legado também é meu. Mas quando a gente acaba sendo cria do morro aprendemos que nada é fácil e o motivo disso foi tudo o que me aconteceu, tudo tão de repente, a minha vida virou um turbilhão de emoções e de dificuldades, as dificuldades sempre vão está no meu caminho, afinal existe duas mulheres em jogo! O jogo da vida nos faz ficar de uma forma que eu jamais em minha vida vou poder reverter tudo, e por isso eu me tornei uma pessoa calculista, uma pessoa fria e cruel, e assumir a máfia me tornará ainda mais pior do que já sou, o meu coração virou uma pedra de gelo, e nele só tem ódio e rancor, e isso acredito que será difícil de reverter, e agora que me tornei o Magnata da Máfia, isso me torna um ser mais rancoroso.
Romance
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Aluguei Meu Marido

Aluguei Meu Marido

Depois que me casei novamente com Gustavo Silva, passei a alugar meu marido. Paula, o primeiro amor dele, vivia chamando ele para longe de mim. Desta vez, eu não chorava nem fazia escândalo como antes. Apenas cobrava por hora. De dia, eram dez mil dólares por hora. À noite, vinte mil dólares por hora. Em feriados, o valor era triplicado. Depois de três meses desse acordo, minha conta bancária já tinha quase dois milhões de dólares a mais. Gustavo tinha prometido ir comigo escolher o vestido para o jantar de gala, mas Paula ligou chorando, dizendo que tinha cortado o dedo enquanto picava legumes. Sem erguer a cabeça, apenas estendi o QR Code de pagamento para Gustavo. No meio da noite, tive uma febre alta repentina. Ele dirigia às pressas rumo ao hospital, com meu corpo ardendo no banco ao lado, quando o celular tocou de novo. Ao ver o nome de Paula piscando na tela, Gustavo hesitou várias vezes, mas acabou atendendo. O choro de Paula veio pela ligação: — Gustavo, os trovões estão muito fortes. Não consigo dormir. Você pode vir ficar comigo? Com naturalidade, peguei o guarda-chuva e pedi que ele parasse no próximo cruzamento. Diante da expressão dele, como se quisesse dizer alguma coisa e não conseguisse, apenas sorri. — Não esquece de transferir o dinheiro. Chegou o dia da consulta de retorno da nossa filha no hospital. Paula ligou outra vez: — Gustavo, Tales quer ir ao parque de diversões. Para aqueles brinquedos mais radicais, ainda precisa ter um homem junto... Depois de desligar o telefone, Gustavo virou o corpo. Mal começou a se agachar para falar com a nossa filha. Imitando meu gesto, ela estendeu a mão para ele: — Tudo bem, papai. É só transferir o dinheiro. Hoje tem que ser valor triplo.
Cuento corto · Romance
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Meu Casamento Era uma Aposta

Meu Casamento Era uma Aposta

No dia em que supostamente assinamos os papéis no cartório, deixei a nossa certidão de casamento ao lado da louça do jantar à luz de velas, pronta para tirar uma foto e postar no Instagram. Foi quando Lucas Lopes rompeu o silêncio de forma abrupta: — Esse documento é falso. Fiquei paralisada, sentindo o mundo girar ao meu redor enquanto um gritinho animado de mulher ecoava do alto-falante do celular dele. — Ah, poxa vida! Por que você contou para ela tão cedo? Assim perde toda a graça do nosso jogo! — Reclamou a voz do outro lado da linha. Lucas franziu a testa, transparecendo puro tédio ao responder: — Ela é tão ingênua que não percebeu nada até agora, então para que continuar com esse teatrinho? A aposta é sua, Iara, você venceu e ponto final. O problema é que a minha foto já estava no ar. Em questão de segundos, todos os nossos amigos começaram a mandar mensagens comemorando o fato de que o nosso relacionamento de sete anos havia dado um passo adiante. A mesma mulher do telefone, aquela que transformou a minha adolescência em um inferno com o seu bullying implacável, deixou um comentário carregado de deboche na minha postagem. [Nossa, casaram mesmo no papel! E quando vai ser a festa para a gente comemorar de verdade?] Ponderei por um instante, respirando fundo antes de digitar a minha resposta. [Na semana que vem.]
Cuento corto · Romance
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Os Dez Anos Deles, Os Quatro Nossos

Os Dez Anos Deles, Os Quatro Nossos

No dia em que completávamos quatro anos de namoro, Henrique me levou a um restaurante de carnes na brasa. Marina, minha melhor amiga, foi com a gente. Assim que entramos, o atendente reconheceu os dois e abriu um sorriso. — O de sempre para vocês? Henrique confirmou com a cabeça. A mesa de sempre, para dois, junto à janela. Mari do lado de dentro. Panceta bem dourada nas bordas. Molho sem cebolinha. O primeiro pedaço ia para ela. O último também. Para mim, arrumaram uma cadeira extra no corredor. Nem um potinho de molho colocaram na minha frente. Na hora de pagar, o atendente consultou o cadastro e comentou, empolgado: — Henrique e Marina, hoje é a centésima vez que vocês vêm aqui. Já podem levar a grelha personalizada de vocês. No verso, havia uma frase gravada: "Rique & Mari, sempre juntos à mesa." Embaixo, uma data. De três anos atrás. Fiquei encarando aqueles números por alguns segundos, até a lembrança finalmente voltar. Naquele dia, Henrique tinha prometido passar o meu aniversário inteiro comigo. Então aquelas duas horas em que ele simplesmente sumiu no meio da comemoração... Não tinham sido por causa de uma reunião na empresa. Marina passou a ponta dos dedos sobre a gravação e sorriu. — Quando você e a Lau se casarem, nosso jantar de todo mês vai continuar, né? Henrique ajeitou o cachecol no pescoço dela com toda a naturalidade. Só depois olhou para mim.
Cuento corto · Romance
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Meu Novo Vizinho Bilionário

Meu Novo Vizinho Bilionário

"Você é minha, está entendendo? -Connor olha intensamente em meus olhos, apertando minha cintura. -Se eu precisar atravessar o mundo para te seguir, eu irei. Estar na casa ao lado já é estar longe demais, raio de sol. -Preciso estar em Nova York no sábado. -Mordo o lábio, o analisando. -Vamos de jatinho ou de Mercedes? Não vai a lugar algum sem mim. -Ele avisa com a voz grave, fazendo minha pele arrepiar enquanto me puxa para si, colando nossos corpos e juntando nossos lábios." Victoria Evans não conta que sua vida pacífica vá ser abalada com a chegada de seu novo vizinho irritante na casa ao lado. Connor Jones, o herdeiro de uma fortuna que guarda um segredo obscuro e carrega uma culpa que Vic nem imagina. O bairro nunca esteve tão agitado, assim como os corações de Evans e Jones sendo separados por apenas uma janela ao descobrirem que o amor mora ao lado.
Romance
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Parceira humana do alfa

Parceira humana do alfa

Luiza andava pela rua tranquilamente, quando o homem mais lindo que ela já havia visto a fez parar abruptamente. Ele tinha os braços muito bem torneados e músculo visíveis mesmo sobre a camisa branca que usava, seu cabelo era de um negro escuro e sua pele morena, os olhos prenderam sua atenção, eles eram caramelo, porém pareciam ter um contorno de um vermelho rubi. Está é a minha parceira pensou Alex, mas... Ela é uma humana e eu sou o Alfa da alcateia da Lua Negra.
Lobisomem
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Imploraram Por Uma Chance Que Já Tinham Perdido

Imploraram Por Uma Chance Que Já Tinham Perdido

Eu já fora tratada como uma princesa por todos da Alcateia Chama. Mas, no dia em que completei dezoito anos, meu pai Alfa adotou uma órfã do orfanato, Carrie. A partir daquele momento, meu mundo virou de cabeça para baixo. Meu irmão passou a favorecê-la, desprezando-me. Meu noivo a protegia, ignorando-me. Até mesmo meu pai dizia que ela era gentil e bondosa, mil vezes melhor do que eu, sua própria filha. No dia da minha formatura, depois que eles me abandonaram pela Carrie pela centésima primeira vez, não consegui me conter e os parei: — Será que eu não sou realmente filha da família de vocês? O coração do meu pai amoleceu. Mas foi apenas por causa da Carrie. Ele protegeu a Carrie, que estava com os olhos cheios de lágrimas, atrás de si, e me deu um tapa violento. — Por que você tem que disputar tudo? Preferia nunca ter te tido como filha. Meu irmão completou: — Ter uma irmã como você é nojento, saia de casa agora! Não disse nada, apenas arrumei minhas coisas e fui embora. Eles achavam que, como sempre, podiam me ignorar e eu acabaria me acalmando sozinha, voltando como se nada tivesse acontecido. Mas eles não sabiam que, desta vez, eu não voltaria. Liguei para minha mãe e aceitei viver na distante Alcateia onde ela estava. Já que eles não me queriam, tudo bem. Eu faria o que desejavam e desapareceria do mundo deles. Mas, quando perceberam que eu realmente não voltaria, por que vieram implorar para me tratar bem?
Cuento corto · Lobisomen
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A Noiva do Herdeiro em Coma

A Noiva do Herdeiro em Coma

Desde quando ainda estava no ventre da minha mãe, eu conseguia enxergar a alma das pessoas e até ouvir o que elas diziam. Por causa desse dom, carregava comigo uma energia sombria que sempre incomodou meus pais. Eles preferiam cobrir minha irmã adotiva de carinho, enquanto mal conseguiam olhar para mim por mais de alguns segundos. Mais tarde, quando ela conquistou o herdeiro da família mais poderosa de Santa Vitória, tornou-se de vez a favorita de todos. No entanto, às vésperas do casamento, ele sofreu um grave acidente e entrou em coma. Quando a família dele exigiu que minha irmã adotiva honrasse o compromisso, ela se recusou sem a menor hesitação. — Querem que eu passe o resto da vida limpando o cocô e o xixi de um homem em coma? Nem morta! Não vou sacrificar meu futuro por um inútil. Prefiro morrer a me casar com ele. Foi então que vi a alma do herdeiro. Seu rosto estava tão pálido que chegava a assumir um tom azulado. Ele encarava minha irmã adotiva com um ódio quase palpável. — Como ela pode ser tão fria e ingrata? O médico deixou claro que vou acordar em menos de seis meses. Assim que isso acontecer, a primeira pessoa que aceitar cuidar de mim receberá duzentos milhões de reais. Quero só ver aquela desgraçada morrer de arrependimento. Ergui a mão, um pouco sem jeito. — Então... Que tal eu me casar com ele? Entrar para uma família rica nem era o mais importante. O que eu realmente queria eram aqueles duzentos milhões.
Cuento corto · Imaginação
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