forçada a se casar com um lobisomem
Canary sentiu sua urgência.
— Se ajoelhe, e implore para mim novamente. — Seu coração acelerou, ela não sabia como havia conseguido falar isso. Vahem a fitou.
— Quer que eu me ajoelhe aos seus pés, e implore?
— Sim. — O modo como seu sangue ferveu, a deixou tonta.
Ela duvidava que ele faria tal coisa, até vê-lo dando alguns passos para trás e se colocando de joelhos aos seus pés.
Ela o olhou daquela posição, ele ergueu a cabeça para ela. E seu rosto estava feroz.
— Não faz ideia do que estou sentindo agora. — Ele disse entre sussurros. Ela abriu um sorriso.
— Ódio, por tê-lo colocado de joelhos aos meus pés? — Ele apertou os olhos e, sem que ela se desse conta, pôs uma de suas mãos em volta de sua coxa, puxando-a para perto dele. Mais especificamente... para perto de seus lábios.
Ele foi beijando seu pé, e subindo lentamente até sua panturrilha. Aquela maldita sensação começou.
Ele foi subindo mais um pouco, chegando ao seu joelho.
Havia uma enorme fenda ali, e Canary sentiu um calafrio.
Ele lambeu seu joelho e, logo em seguida, olhou para ela.
— Estou sentindo muitas coisas agora, Canary, mas posso afirmar... nenhuma delas é ódio. — Sua garganta secou.