A madrugada ainda não havia se dissipado completamente quando Kael e Lírica começaram a caminhar pela floresta. O som dos passos era abafado pela espessa camada de folhas secas, mas Kael podia sentir os olhos da floresta sobre eles. Cada movimento, cada respiração parecia amplificado. Ele se sentia como uma marionete, mas ao mesmo tempo, como o próprio mestre das cordas. Algo dentro dele o puxava, como se a floresta estivesse tentando guiá-lo, ou talvez, alertá-lo.
Lírica caminhava ao seu lado,