A noite estava densa, carregada de presságios sombrios. O brilho pálido da lua banhava as ruínas do templo enquanto Kael observava Malthus recuperar o fôlego. O mago tremia ligeiramente, seus olhos fixos em algo que apenas ele parecia enxergar.
Lírica, ao lado de Kael, mantinha a mão firme na empunhadura da espada. A energia ao redor deles vibrava, carregada de uma força arcana que ameaçava se romper a qualquer momento.
— Precisamos agir agora — disse Malthus, sua voz rouca. — Se esperarmos mai