245- Moscou os esperava.
Naquela manhã, a vida de muitas pessoas mudaria de direção.
E, ironicamente, todas haviam cruzado o caminho de Angeline e Dante.
Margaret ainda guardava na memória as últimas palavras de Angeline no restaurante. Ela havia visto como Dante a protegia, como a olhava, como a queria. Aquilo era como um espinho cravado em seu peito.
Por que Angeline tinha tudo… e ela não tinha nada?
Dois toques na porta a trouxeram de volta.
Ela abriu.
Era sua mãe, com um sorriso de orelha a orelha.
— Arrume suas co