Sergey não se apressava.
Deslizava o nariz lentamente pela pele exposta de Sofi, inspirando como se quisesse memorizar cada detalhe dela. Seus lábios seguiam o mesmo caminho, demorados, quentes, provocadores.
Sofi soltou uma risada baixa, o corpo reagindo em pequenos arrepios.
— Sergey…
Ele respondeu com um beijo, não suave, não contido. Um beijo profundo, exigente, que roubava o fôlego e desfazia qualquer tentativa de controle.
Ela correspondeu, mas havia algo diferente no olhar dela quando se