286- Fim.
O silêncio no corredor era pesado, e o cheiro excessivo de produtos de limpeza tornava o ar quase sufocante.
Sergey parou de andar.
A porta finalmente se abriu.
O médico surgiu com uma expressão neutra, treinada, mas, aos olhos atentos de Sergey, percebeu que havia algo ali.
— Senhor Volkov…
Ele não respondeu. Apenas encarou.
— Sua esposa está bem.
O ar voltou aos pulmões dele.
Devagar.
Controlado.
— O que ela tem? A voz saiu baixa.
O médico hesitou por um breve segundo.
Então, um leve sorriso