Quando Luigi chegou a Verona, Agnes ainda olhava pela janela. Passara o restante do caminho em silêncio; às vezes, esboçava um sorriso distraído. Ele se pegou querendo saber no que ela pensava, em alguns momentos. Em outros, preferia não descobrir. Agnes parecia não ter um pingo de juízo.
Luigi passou pela casa de Rubens. Tudo parecia quieto, quieto até demais.
Seguiu pelas ruas históricas de Verona, atravessou a ponte e, por fim, parou o carro diante do portão de uma casa, grande, os portões i