Em Zurique, a família Curioni também recebia, das mãos de um dos homens de Glauco, o convite para o casamento.
Alana abriu o envelope com cuidado. O papel, de gramatura sofisticada, exibia o nome de Amália e Glauco em letras douradas. Sorriu, emocionada. Lembrou-se do olhar que Glauco lançava à Amália, havia algo ali que ninguém poderia fingir. Era amor. Puro, verdadeiro.
De certa forma, ela viu neles um reflexo de si e Edgard, o mesmo vínculo silencioso, a mesma certeza.
Em Milão, mais tarde,