Depois do almoço, Paolo e Glauco partiram, deixando as duas mulheres na mansão.
Paolo o acompanhou até o aeroporto.
— Posso ir com você, há muitos homens aqui. Insistiu ele.
— Não há necessidade. Respondeu Glauco, calmo. — É algo rápido.
Paolo assentiu e o abraçou com força. Glauco não era apenas seu chefe, era um amigo... um irmão.
Quando Glauco pisou no primeiro degrau do avião, parou e se virou.
— Aquele frigorífico velho... coloque-o abaixo.
Paolo ergueu as sobrancelhas.
— Onde... ia pergun