Amália estava pálida, os lábios arroxeados. Um dos socorristas encostou dois dedos no pescoço dela, olhou para o outro e assentiu.
— Pulso fraco... mas está aqui.
Glauco arfou, os joelhos fraquejando.
— Você ouviu? Está ouvindo? Você vai ficar bem.
Ele falava enquanto acariciava o rosto dela, o polegar sujo de sangue e neve.
— Aguenta, por favor... olha pra mim, Amália. Abre os olhos, preciso ver seus lindos olhos... fala comigo, minha vida. Não sei viver sem você...
Nada.
Os paramédicos a colo