Amália se despediu de Nice, prometendo que voltaria em breve. Ao sair pela porta, percebeu o clima: sol claro, poucas nuvens e bastante vento, bagunçando seus cabelos.
Quando o carro avançou pelos grandes portões de ferro, outro veículo passou a segui-la à distância.
— Para onde devo levá-la? Perguntou o motorista.
— Ao hospital. Respondeu Amália, olhando distraída para o mar pela janela.
— A senhora não está se sentindo bem? Indagou ele, observando-a pelo retrovisor interno. Não era mera curiosidade, mas cuidado: se algo estivesse errado, deveria avisar Glauco.
— Não, apenas exames de rotina. Respondeu ela, com naturalidade.
Chegando à entrada do hospital, ele estacionou e abriu a porta para ela.
— Devo esperar a senhora na recepção? Perguntou.
— Sim, não vou demorar. Disse Amália, educada.
Ele fechou a porta, acompanhando-a com o olhar até que ela entrou no prédio, antes de seguir rapidamente para estacionar o carro.
Amália atravessou o grande átrio até o balcão de informações e ent