O garçom observava Glauco, que, de olhos fechados, saboreava o arroz como se absorvesse uma lembrança distante. Sorriu discretamente e já se afastava quando Glauco abriu os olhos, saindo daquele êxtase repentino.
— Preciso falar com o chefe... a chefe, na verdade. Quem preparou este prato? Disse, ansioso.
— Posso pedir para o chefe vir até aqui, só um instante. Respondeu o garçom, solícito.
Glauco o seguiu com o olhar, o coração acelerado. Seus olhos procuravam alguém, como se esperassem encont