Capítulo 4

DOMINIC!..

Não está sendo fácil me controlar diante de uma mulher tão sensual cheirosa e linda como ela. E o beijo então. O que foi aquilo. Será que vou me apaixonar?  E ela? Será que vai se apaixonar mesmo que eu tenha dito que gosto de loira, o que não deixa de ser verdade.

Óbvio que não Dominic. Até parece que você vai se apaixonar por uma mulher que está gerando uma criança de outro. Ela será apenas sua hóspede e nada mais.

— Tio, vim o mais rápido que pude — Fala entrando no meu gabinete enquanto pego whisky depois sento — Então. O que fez com ela? Mandou para os quintos?

— Não — Tomo um gole.

— Mas então me diz o que fez. Ameaçou a ponto de fazê-la concordar com o aborto?

— Já disse que não mato inocentes. É surdo ou o que.

— Tá, então me diz o que fez. Tô curioso.

— A trouxe para mansão.

— O QUÊ.

— Ela vai ficar até dar a luz ao teu filho. E não adianta dar chilique.

— Não é possível que tenha feito isso. Essa mulher é chave de cadeia.

— É mesmo — Falo levantando — Na hora de entrar no vão das pernas dela não pensou isso. Você gostando ou não ela vai ficar.

— E depois que nascer. O que vai fazer? Se casar com ela? Sim porque o golpe que ela deu é para ficar rica. Acha que já não está de olho no que possa proporcionar a ela.

— Eu cubro seus B.O. S. E ainda fala assim comigo moleque.

— Desculpa. É que não gostei de saber que ela vai estar debaixo do mesmo teto que eu. Porcaria.

— É simples resolver. Basta você ir morar com a sua mãe daí problema resolvido.

— Não vou fazer isso. Acha que vou deixar que ela usufrua de tudo. Não mesmo.

— Só um alerta para que não faça mais merda. Não encosta nela, e nem um fio de cabelo. Agora ela e teu filho são meus protegidos.

— Sei. Se for só proteção até acredito, mesmo porque você não gosta de mulheres morenas mulatas. Pelo menos nunca te vi com uma.

— É só proteção — Falo dando as costas depois sento lembrando do beijo. Mas tenho que esquecer — Pode sair, não temos mais nada o que falar sobre isso. Quero ficar sozinho.

Saindo quase batendo a porta. Segundos depois ouço bater novamente.

— Que saco moleque. Já disse que quero ficar sozinho.

— Dominic. É lua.

— Pode entrar — Me ajeito na cadeira — O que foi?

— Vi o Ethan saindo da casa. Ele veio fazer sua cabeça contra mim não veio?

— Não quero que se preocupe com ele. Mas sim ele veio saber o que fiz com você depois me questionar porque te trouxe para cá.

— Não quero que tenha desavenças com ele por minha causa. Talvez eu deva voltar para o apto.

— Não começa lua. Eu já disse que você e seu filho são meus protegidos. Inclusive quero o número ou endereço desse agiota aí. Vou mandar um dos meus homens quitar sua dívida.

— Hoje?

— E porque esperar mais. Não quero que ele faça mais ameaças. Porque se fizer, a vala vai ser sua última morada.

— Obrigada mais uma vez por pagar a minha dívida. Embora eu vá trabalhar com drogas. E se formos presos. Vou ter o meu bebê atrás das grades?

— Você fala demais. Não gosto de gente medrosa.

— Claro que tenho medo.  Nunca mexi com essas coisas. No máximo fumei um baseado mas não vendi nada.

— Olha só — Falo me aproximando — Eu tenho costas quentes dentro da polícia. Sou avisado onde os federais vão estar para que eu e meus homens façam outra rota. Então relaxa que ir para a prisão será a última coisa que deixarei que aconteça.

— Da licença Dom — Dionísio mais conhecido por escorpião pede colocando a cara na porta. Ele é meu braço direito e esquerdo — Opa. Volto depois.

— Entra kralho. Irmão essa é lua Montenegro. A mãe do filho do Ethan.

— A é. Prazer senhorita. Não sabia que Ethan ia ser pai.

— Eu também soube hoje. Irmão preciso que vá atrás de uma pessoa. Lua fala o número do tal agiota — Falando anoto assentindo — Você vai levar 30 mil e quitar a divida dela. Vou bater um lero com ele antes e em seguida você mais 3 vão até o endereço. Caso ele fale sobre juros, mostre o juros que carrega na cintura.

— Tudo bem. Mas cadê o Ethan. Preciso dar umas instruções a ele.

— Saiu batendo porta depois que soube que vou ajudar o filho e a mulher dele.

— Desculpa Dominic — Ela pede — Não sou mais mulher dele. Aliás nunca fui. Éramos apenas ficantes.

— Okay. Bom escorpião. Te ligo assim que eu terminar de falar e pegar o endereço.

— Blz —Virando as costas ele me deixa novamente sozinho com ela.

— Bom, vou te deixar sozinho — Fala com meio sorriso então a seguro.

— Escorpião voltando lá do agiota, você vai com ele e com ferrugem até o apto entregá-lo.

— Você não vai poder ir mesmo?

— Porque. Quer que eu vá?

— Quero, senão for te atrapalhar. Se você for seus capangas não precisam ir. O que acha?

— Tudo bem. Então daqui a pouco te chamo então vamos.

— Tá. Vou te esperar no quarto.

Saindo meio saltitante, ela deixa seu cheiro no ar.

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