Dominic Falcone Guerra é o que se pode chamar de um homem bem resolvido em matéria onde envolve seus negócios escusos. Chefe do tráfico que desde os 18 anos engrossou no mundo das drogas. Acredita que está no caminho certo e que nem sempre o errado é visto como uma válvula de escape quando se quer alcançar um objetivo. Charmoso e muito cobiçado pelas mulheres, ele jamais imaginou que aquela que iria cruzar os seus caminhos o faria ficar de quatro por sua beleza. Luara mais conhecida por lua Montenegro é tudo o que ele necessitava mesmo ainda não tendo em sua vida uma das mulatas mais bonitas de toda Rio de Janeiro. Ao topar com ela em uma situação que o fará leva-la consigo para sua bela mansão. Vai desencadear um interesse que deixará ambos apaixonados mesmo que ela vá destruí-lo por tantas lágrimas derrubadas. Querem saber o que acontece com esse casal até o final dessa história onde envolve segunda chance. Não deixem de ler porque é surpreendente.
Ler maisRIO DE JANEIRO 2025! TRÁFICO.
O lado bom de mexer com o tráfico e poder ser o fodão em todos os sentidos. É também ser a porra de um filho da puta que muitas das vezes não mede as consequências dos seus atos. Já mandei para vala “X 9” depois soube que era inocente? Sim. Continuei confiando ao ponto de ser realmente traído? Também. Viveram para continuar rindo da minha cara? Não mesmo. Sou bom no que faço? Sem dúvida. A porra do meu nome faz neguinho tremer? Talvez, ainda não tenho certeza. Bom, dizem as más línguas que Dominic Falcone Guerra, não é mole não. Será que estão com a razão? Caso estejam com dúvidas, venham conferir e ver do que sou capaz.
— Agora prestem atenção — Peço aos meus soldados que estão no meu gabinete fazendo com que me olhem— Esse carregamento é um dos mais valiosos que já tivemos. É a melhor carga que já viram na vida de vocês. Então temos que agir como todos esses anos, com cautela sem deixar que a polícia descubra ou coloque as mãos em nós. Se até agora fizemos tudo certo, então temos que continuar fazendo — Deixei claro depois acendi um cigarro e em seguida peguei uma bebida — Fiquem espertos para que ninguém aqui vá parar na porra de uma prisão. Estamos entendidos?
— Sim chefe. Nada de vacilo ou do contrário já sabemos o que nos espera.
— Tá cada dia mais esperto em Ferrugem — Falo dando leves tapinhas em sua nuca — Tô gostando de ver.
Ferrugem é novo na minha facção. Praticamente implorou que fizesse parte. Tem apenas 21 ano e já é pai. Disse que não sabia mais como arranjar dinheiro para a pensão que o único modo foi vir atrás do papai aqui. Eu indo com a cara ta tudo certo.
— Agora podem sair. E fechem a porta.
Antes que a porta se fechasse, só ouvi o estrondo que me fez ficar puto.
— Tio! Desculpa entrar assim, mas preciso lhe falar.
— Desculpas não aceitas. Pode dar o fora — Falo fazendo sinal — E da próxima que entrar feito um idiota, vai tomar um talagaço que vai perder até o rumo.
— Sinto muito de verdade, mas não posso sair porque preciso da sua ajuda. Me aconteceu uma coisa horrível que só posso contar com você.
— Que kralho tu fez agora?
— Fiz. E não vou me responsabilizar. Ainda sou novo e não quero me prender.
— Mas do que tá falando? Fala coisa com coisa.
— Engravidei uma garota do mesmo jeito que você. Numa única vez. Aquela mulher é muito fértil que mal bateu ela disse que estava grávida. Estou nervoso porque ela quer que eu assuma. Mas eu vou é sumir. Não está nos meus planos ser pai.
— Não acredito nisso. Será que nunca ouviu falar sobre preservativo. Ele é usado para encapar isso aí que tem no vão das suas pernas sabia?
— Não me critica tá legal. Se bem me lembro você também não usou.
— Acontece que eu estava bêbado, mas nem por isso deixei de assumir a minha filha. Então assuma também.
— Não, não posso. Já estou envolvido com outra que disse ou ela ou a criança. Não quer me dividir com ninguém.
— Mas que bela porcaria você foi arrumar. Vou te contar viu. E o que quer quê eu faça. Que mande matar a garota para que possa dormir com a consciência tranquila?
— Não é uma má ideia — Disse com um sorriso idiota — Porque não pensei nisso.
— Não somos assassinos — Falo dando um tapa na sua cabeça — Não com inocentes. Quem pensa que eu sou.
— Dominic Guerra. O maior narcotraficante que nunca foi pego pelos federais, porque é o cara.
— Nossa. Não sei para quem você puxou sabia. Deve ter sido para aquele imbecil do teu pai que graças aos céus está a sete palmos embaixo da terra. Nunca vou entender o que a minha irmã viu nele. Me dá o número do celular dessa garota ai. Quero saber se é dinheiro que ela quer, ou se gosta de você.
— É dinheiro. Mas diz que só vai ter se for para abortar, que não vou assumir porque já tenho alguém.
— Não vou falar nada disso. Esquece. Só quero ouvir o que ela vai ter para me dizer. Agora fala o número, depois cai fora.
Falando, ele vira as costas me deixando sozinho.
— Alô — Uma voz suave atende me fazendo remexer na cadeira.
— É. Aqui é Dominic Guerra. Sou o tio de Ethan. Acho que sabe de quem estou falando não sabe?
— Sei. Ele é o pai da criança que estou esperando.
— Então moça.
— Lua. Me chamo lua Montenegro senhor Guerra.
— Lua? Bastante peculiar. Achei interessante. Bom senhorita lua. Tem um minuto para falarmos sobre meu sobrinho e o filho dele em seu ventre. Se puder se encontrar comigo para discutirmos. Agradecerei.
— Tudo bem. Anota meu endereço.
— Endereço? Acho melhor conversarmos em um lugar do meu agrado. Na minha boate por exemplo.
— Acho que não. Sair não está nos meus planos. Ou vem no meu endereço, ou não tem conversa. Então senhor Guerra. Posso dizer qual é o meu prédio?
—Okay. Fala — Enquanto anoto ela desliga sem se despedir ... Que grossa, desligou com tudo. Reclamo acendendo mais um cigarro e pensando na merda que o idiota do Ethan foi fazer. Se bem que se fosse hoje. Vasectomia seria a primeira coisa que eu faria antes de ser o que sou.
— Luana — Me viro muito sem graça — Me perdoa pelo beijo mas foi a única forma de afastá-lo de vez. Não fica chateada por favor.— Relaxa — Fala levantando também depois me abraça — Ou você faria ou ele iria insistir até que você cedesse.— Verdade. Que bom que compreendeu — Falo lhe abraçando mais apertado e de olhos fechados. Ao nos separar lentamente, nos fitamos até que os lábios se uniram novamente me fazendo gostar de beijar uma mulher. Me intensificando, minhas unhas entrarem dentro dos seus cabelos.— O que estamos fazendo Luana — Pergunto nos afastando muito constrangida por mais que eu tenha gostado.— Nos beijando. É a primeira vez que beijo uma mulher do qual nunca imaginei que seria você. Te odiei assim que te vi pela foto do seu celular depois me atropelou. Fiz maldade contra a Dandara para me vingar do pai dela. Mas agora que te beijei e que já estamos sendo amigas. Estou adorando cada vez mais estar com você.— O que quer dizer exatamente.— Que eu não sou lésbica e vo
Dois dias depois de estarmos nos entendendo indo para o shopping almoçando ou jantando em algum restaurante. Na porta da minha casa vejo alguém que não imaginei ver nem pintado.— O que veio fazer aqui? — Pergunto seriamente.— Te pedir perdão — Nisso se ajoelhou na minha frente com os olhos rasos — Por favor minha linda me perdoe por ter sido fraco. Eu não devia ter omitido em relação ao nosso amor.— Levanta. Estão todos olhando — Peço o vendo fazer — Tarde demais não acha? O que foi, já desistiu de cuidar daquele papaizinho.— Eu nem devia ter ficado ao seu lado que é um ser humano horrível. Depois que você foi embora, ele começou a maltratar todo mundo na base do grito. Dandara teve até que por a Bianca na creche para poupa-la dos gritos. Tadinha.— Sim, também tenho dó. Vou buscá-la. Ela tem que ficar comigo. — Faz isso que te ajudo a criá-la.— Não Leonardo. Sabe porque não, porque você me prometeu amor depois deu para trás todo arrependido. Prefiro ficar só a ter alguém que te
Minutos depois me assustando. Uma mulher que está se afogando grita me fazendo correr até ela juntos com outras pessoas. Ao ver de quem se trata não vou me aproximar mais então só observo ser socorrida.— A deixem respirar — Diz um rapaz fazendo boca boca e flexionando seu peito. Segundos depois ela tosse soltando a água — Como está se sentindo? — Pergunta a vendo levantar o tronco.— Me deu câimbra. Achei que fosse morrer — Nisso ao olhar para cima e me ver, ficou mais branca do que já é — Obrigada, já estou bem — Fala levantando e andando rápido mas vou atrás porque chegou a hora do acerto de contas.— Não vai fugir de tudo o que tenho para lhe falar e você me ouvir — Seguro seu braço — Eu devia chamar a polícia para você por ter sido tão cruel. Tua sorte é que a menina não morreu.— Fiz o que fiz porque ele me trocou por alguém do qual dizia não sentir mais nada — Fala tirando minha mão — Se põe no meu lugar e vê se gostaria de ser enxotada igual a uma cadela de rua.— Porque não
— O deixe entrar.Assim que entra me remexo na cadeira fazendo Dom olhar para mim porque sabe que estou de frente.— Da licença.— Oi Leonardo — Ele o cumprimenta enquanto limpo o canto da minha boca.— Bom dia pai. Eu posso te dar um abraço — Pergunta com lágrimas.— Venha filho — Pede o abraçando enquanto cruzo meus braços não acreditando — Você está muito forte garoto.— Estou sim. Eu soube o que te aconteceu através da dandara. Sinto muito de verdade. — Tudo bem. Já estou me acostumando. Sente-se filho e tome café conosco.— Tá bom — Assim que senta sem sequer olhar para o meu lado e menos ainda me cumprimentar. Fico sem graça — Preciso do teu perdão pai. Errei com você que não merecia o que fiz. Prometo nunca mais te decepcionar.— Acredito em você. Sua madrasta foi somente uma diversão não é verdade?Não respondendo porque quem cala consente. Jogo o guardanapo com raiva depois levanto.— Acabou, para mim chega. Vou embora dessa casa agora. Não vou ficar ouvindo que fui uma dive
Minutos depois me arrumo lindamente para ir até a casa do Leonardo. Nem vou falar nada para o Dom senão já viu. Assim que abro a porta da entrada tenho uma surpresa que me paralisa. — Oi.Ele me cumprimenta me fazendo tremer as pernas. Sua barba por fazer o deixou com mais cara de homem, seu corpo está muito mais bonito e firme, seu cabelo meio grande. Não acredito que está bem na minha frente.— Não vai responder meu cumprimento?— Desculpa — Saio do transe — Oi, é que não esperava te ver e ainda na porta da minha casa. O que veio fazer?— Posso entrar?— Claro, vem — Falo dando passagem. Assim que passa por mim seu cheiro me faz fechar os olhos — É, eu soube da sua mãe. Sinto muito.— Obrigado. Depois da morte do meu padrasto ela entrou em depressão. Foi morar na casa da minha tia Leonor para não ficar sozinha porque fui para Europa. Mas nem assim ela ficou bem. Mas eu soube também que meu pai teve câncer.— Sente-se — Peço sentando perto — É, ele dormiu bem e na manhã seguinte de
— Luara! Oi amiga.— Oi Ju. Tudo bem?— Tudo. E você como está?— Entre a cruz e a espada.— Como assim. Aconteceu alguma coisa grave?— Grave não, mas preocupante digamos que sim. Lembra que te falei que meu marido teve câncer e ficou cego.— Sim, perfeitamente.— Então. Ele virou outra pessoa Júlia. Está me deixando fazer tudo que quero, e o pior melhor não sei é que agora me aceita com o filho. Disse que Leonardo é o melhor homem para estar comigo. Você pode ver nas cartas se ele está sendo sincero.— Vejo e já te respondo. Me passa a sua data de nascimento e a dele por favor.— Tá.Falando, espero ansiosa e nervosa porque vou descobrir a verdade.— Pronto amiga. Vou te falar tudo que eu vi, se prepara.— Estou. Manda ver.— Ele está muito triste isso é fato. Mas por outro lado está tendo consciência de tudo que fez não somente com você, mas ao longo da vida. Quanto a você e o Leonardo, ele não quer vocês juntos, aliás ele não quer nunca você com alguém. Mas agora que está nessas c
Último capítulo