Capítulo 5

Quando chega a noite depois de termos ido ate o apto e lá termos nos beijado novamente. Quase também transamos.

— Para mulher, para — Falei saindo de cima — Porque tem um fogo tão grande desse jeito. Nossa.

— Te incomoda eu ser assim. E te beijar do jeito que gosta.

— Quem disse que gosto. Só não consigo resistir. Você é uma diaba. Vamos voltar para a mansão vai. Chega.

— Tudo bem. Mas antes preciso saber se as loiras das quais sai te beijam assim.

— Não — Sou sincero — Ninguém em matéria de beijo chegou até agora aos seus pés. Mas não se acha não, porque do jeito que acabei de te colocar no pedestal, te tiro.

— Chefe — Passatempo me chama dispersando meus pensamentos que insistem em voltar naquela boca.

— O que.

— Você estava distante. Tá tudo bem?

— Está. Bom. Laís me avisou que os federais estão cercando os dois lados do porto. O que vamos fazer sobre isso. Mergulhar e na proa descarregar a mercadoria de uma embarcação a outra. Vamos nos equipar.

Colocando nossos trajes de mergulho. Temos 500 kg de pó para uma entrega.

 — É Brasil México não é?

— Isso mesmo. Porque? — Pergunto ao ferrugem.

— Só para saber. Minha mão está coçando por saber que são 100 milhões.

— É isso aí. Cada vez mais grana entrando. Agora vão e comecem a carregar. Já encontro com vocês.

Na manhã seguinte depois da noite anterior onde as lanchas depois o jatinho sobrevoou com 500 kg de drogas mais LSD. Acordei feliz e me espreguiçando na minha  enorme cama. Ligando a TV a minha frente, entro no noticiário.

O agiota foi encontrado com dois tiros na cabeça. Ramón de Oliveira não perdoava dívidas e nem economizava inimigos. A polícia está investigando e interrogando quem era próximo a ele.

— Dionísio — Chamo na ligação.

— Fala Dom.

— Vocês mataram o agiota sem a minha autorização? Que porra vocês fizeram.

— Do que ta falando irmão?

— Que acabei de ver na reportagem que ele foi encontrado com dois tiros na cabeça. Foram vocês escorpião?

— Não meu camarada. Não fazemos nada sem sua ordem. Pagamos depois ameaçamos caso ele procure a lua. Depois saímos de lá e só.

— Okay então. Vou avisar a ela do que aconteceu.

Desligando, coloco uma bermuda e regata então saio do quarto até bater na porta do seu mas ela não responde. Abrindo devagar, escutei a água do chuveiro então andei até o banheiro vendo a porta aberta assim como a do Box. Fui do céu ao inferno quando vi o corpo escultural mais lindo do mundo. Ela estava com espumas nos cabelos tirando que nem me notou. Enquanto a água caia naquele corpo de chocolate, eu me tocava por dentro da bermuda.

Porra de mulher gostosa.

— Quem está ai?

Merda, falei alto demais.

— Perguntei quem entrou no meu quarto. Ethan é você?

Nisso sai quase correndo antes que eu não resistisse. Minutos depois na mesa do café de onde eu já estava. A olhei por baixo enquanto sentava.

— Bom dia — Me Cumprimentou.

— Bom dia — Cumprimentei sem olha-la.

— Onde está o Ethan?

— Porque.

— É que ele foi ate o quarto. Achei que estivesse por aqui.

— Como sabe que ele foi? Você o viu?

— Não, apenas escutei tipo um sussurro então achei que quisesse me falar.

— Talvez ouviu demais.

— É, pode ser — Nisso começou a comer e me fazer acompanhar seus movimentos e pensar no quanto ela é uma tentação.

— Tenho uma notícia para te dar — Falei voltando a razão.

— Qual.

— O agiota o tal Ramon, está morto. O  encontraram com dois tiros na cabeça.

— Não acredito. Sério que você mandou que seus homens o eliminasse. Porque.

— Hey calma ai. Não temos nada haver com isso. Não tenho porque ter feito isso.

— Mas então.

— Então que talvez foi um acerto de contas de rivais, sei lá. Agiotas sempre tem inimigos assim como eu.

— É pode ser.

Nisso ouvimos a porta se abrir e minha filha andar em minha direção.

— Oi pai.

— Oi meu amor — Lhe beijo o rosto — Como você está?

— Bem — Ela senta.

— Danda. Essa é lua. Uma hóspede do papai que também está esperando uma criança do teu primo Ethan.

— É mesmo — Sorriu — Prazer lua, eu sou Dandara Filipa Guerra.

— Muito prazer Dandara — Se cumprimentam com aperto de mão.

— Desculpa a minha indiscrição. Mas você tem bem mais idade que meu primo.

— Sim, 26.

— Você 26 e ele 22. Gosta de garotos novos?

— Na verdade sim. Conheci o Ethan na praia. Nos gostamos tanto que acabei ficando grávida. Ele não quer o filho sabe, mas eu estou feliz de estar carregando um pedaço dele.

— Então não vão se casar?

— Não não. Mas eu gostaria de voltar as boas com ele. Ser sua mulher novamente.

Ao ouvir comecei a tossir que até me engasguei.

— Papai o que foi? — Pergunta dando t***s nas minhas costas — Melhorou?

— Sim querida. Obrigado. Mas e você com sua mãe. Pararam de brigar?

— Não. Ela está cada dia mais chata. Um porre.

— Porque. O que ela fez agora?

— Briga por qualquer coisa, e sempre dá razão para aquele marido. Pai eu posso vir morar aqui? Daniel também é um porre.

— Claro que pode. Só não sei se ela vai concordar. Vou conversar.

— Tá bom. E lua. Você é bonita. Se o meu pai gostasse de mulatas, vocês poderiam namorar. Mas ele não gosta não é papai. O senhor só gosta de loiras não é mesmo.

— Filha.

— A minha mãe mesmo é bem branca.

— Dandara.

— Tudo bem Dandara. Teu pai já me falou da sua preferência, então que está tudo bem. Mesmo porque sou apenas hospede até meu filho nascer.

— Entendi. Você ainda não tem barriga né. Pelo menos não se nota.

— Verdade. Vou fazer um mês daqui uns 3 dias.

— Legal. E tem preferência?

— Menino. Sebastian Luiz Montenegro. É o meu sobrenome.

— Pai você não pode gostar da lua e dar nosso sobrenome ao neném dela?

— O que filha.

— Eu disse bem que o senhor poderia mudar sua preferência por mulher. Lua é tão linda.

— Obrigada querida.

Estou apaixonado filha. Mas também não sei o que fazer já que ela seria a primeira mulata da qual eu me relacionaria.

Pensei.

— Bom, já terminei meu café — Falo levantando e saindo da mesa. Assim que acendo um cigarro, Ethan entra bufando e indo em direção a mesa do café.

— Vigarista — O ouço xingar então me aproximo — Sai dessa casa sua interesseira do kralho. Além de dar o golpe da barriga acha que vai ficar rica.

— Ethan!  — Ela fala levantando constrangida.

— Primo. Não fala assim com ela.

— E você pirralha, não se meta porque o assunto é entre mim e essa mulherzinha. Vamos Luara. Diga que só quer se dar bem.

— Luara? — Falei — E você — Bati nas suas costas — Não chama a minha filha de pirralha. Então se chama Luara?

— Sim. Lua é diminutivo. E Ethan, porque depois de tudo o que vivemos está me tratando com tanta hostilidade. Estou carregando teu filho.

— Porque quer. Eu disse que não iria assumir. Ainda dá tempo de jogá-lo fora.

— Chega seu moleque idiota — Falo o pegando pelo colarinho para então levá-lo até o sofá de onde o jogo —É você quem vai ser jogado fora. Acha que manda aqui. Não querer a criança ainda vá lá. Agora opinar se ela fica ou não é problema meu.

— Mas tio — Fala levantando — Eu sou seu sangue, não pode tratá-la melhor do que eu.

— Teu filho também é meu sangue. E Luara não vai a lugar nenhum, nem que você arranque os cabelos.

— Bosta — Reclama mais uma vez depois deixa a sala subindo as escadas.

— Não liga não Lua. Meu primo é um imbecil. Vou ao banheiro, da licença.

Saindo de perto. Lua, Luara enxuga uma lágrima.

— Teu nome é lindo. Não devia usar o diminutivo.

— Eu gosto — Fala sem me olhar.

— Tudo bem. Olha só ...

— Vou arrumar minhas malas — Fala me dando as costas.

— O QUÊ.

— Chega de me sentir humilhada. Eu não preciso disso. Vou criar meu filho sozinha.

— Espera — Paro na sua frente — Vai mesmo ligar para os chiliques daquele moleque. Ele não manda em nada aqui.

— Mesmo assim vou embora. Me deixa passar Dominic.

— Vem aqui — A puxo pelo braço até senta-la no sofá — Como vai se sustentar? Me fala.

— Eu tenho uma madrinha que mora em santos. Tem até uma casa de frente ao mar.

— Vai chegar de mala e cuia dizendo que espera uma criança para lhe dar mais despesa? O que você vai fazer é cagar para as acusações e raivinha do meu sobrinho.

— Dominic. Você não entende. Ainda sou apaixonada por ele. Não queria admitir, mas ainda tenho sentimentos.

Ao ouvir, levantei de perto então passei a mão pelos cabelos.

— E os beijos que trocamos. Não pareceu que estava apaixonada. Você me beijou como se estivesse apaixonada por mim.

— Sim. Mas depois me arrependi porque na hora pensei nele.

— Pensou nele das duas vezes. Quase transamos com você pensando nele. Será que ele tem razão em dizer que você é uma ...

— Para — Levanta — Não me xinga. Porque está bravo se gosta loiras. E sim, os beijos que trocamos foi no calor do momento porque eu achei que fosse esquecê-lo. Mas não consigo.

— Então me usou?

— Você também, porque não existe sentimento entre nós. Foram apenas beijos, e se rolasse o sexo seria somente uma foda. Posso agora arrumar minha mala?

— Não. Daqui você não sai.

— Me deixa ir embora Dominic. Acha que vou ficar vendo o Ethan e não poder beija-lo mesmo que me humilhe. Não sou tão forte assim quanto aparento.

— Suba sim até seu quarto, mas para descansar. Vou ter uma conversa com ele que vai te respeitar ou não me chamo Dominic Falcone Guerra.

Saindo de perto, vou na frente até entrar no quarto do inconsequente.

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