Capítulo 3

— Lua. Porque está demorando?

Saindo com duas malas. No corpo estou de calça jeans extremamente apertada.

— Vamos — Falo as puxando até abrir a porta e dar de cara com os guarda-costas que me ajudam a puxá-la — Mais tarde volto e pego o resto das minhas coisas então entrego o apto — Falo sem olha-lo.

— Okay. Um dos meus homens te traz.

— Não precisa. Eu chamo um carro de aplicativo. Não quero incomodar.

— Não estou pedindo sua autorização. Estou dizendo que vão te trazer para sua segurança e da criança. Depois do nascimento você faz o que bem entender. Mas enquanto estiver carregando um sangue meu, vai dançar conforme a minha música.

Assentindo mas com raiva. Também sinto meus lábios inchados pelo beijo que trocamos. Ele é bruto mas um bruto gostoso pra kralho. Moreno alto lindo e sensual. E o beijo então. Que tentação. Mas vou me comportar conforme ele quer, só não sei se ele vai conseguir.

— Você tem quantos anos?

— 26.

— Okay. Hoje não vou poder. Mas amanhã te levo ao médico para saber como a criança está, seu desenvolvimento.

— Não precisa. Já fui e está tudo bem.

— Pois vai de novo. Quero ouvir do médico se está bem mesmo. Vou participar de tudo que é relacionado a ele. Com minha filha foi a mesma coisa. Acompanhei a mãe dela até dar a luz.

— Então é casado?

— Não. Apenas tenho uma filha de 15 anos.

— A teve com 22?

— Isso.

— Ela deve ser parecida com você. Porque não se casou com a mãe dela? Ou é divorciado?

— Solteiro, e minha filha é minha cópia sim. Quanto a mãe, não existiu sentimentos.

— E ela é loira dos olhos claros? — Não responde — Te fiz uma pergunta. Ela faz ou fez o teu tipo?

— Não quero falar sobre isso com uma estranha.

— Não sou mais estranha. Agora faço parte da família.

— Não mesmo. Quem é da minha família é o meu sobrinho neto (a).

— Você não economiza em me hostilizar né. Me beija ferozmente depois fica ai fingindo que sou uma inimiga. Quer saber, não quero mais a sua ajuda. Vou conversar com Ramon e dizer que trabalho para ele até saldar o que eu devo.

Nisso apertei o botão para voltar ao andar do meu apto até que a porta se abriu em outro andar.

— Paulo, Gustavo.  Peguem outro elevador ou vão de escada. Preciso ficar a sós com essa mocinha.

Segurando a porta, os caras assentem depois saem me fazendo ir atrás mas sou puxada de volta.

— Me larga.

— Daqui a pouco. Antes vou enfiar uma coisa nessa sua cabeça de vento.

Assim que a porta se fecha, ele aperta o botão vermelho parando essa coisa apertada.

— Acha que comigo vai dar uma de rebelde — Pergunta me encurralando com cada braço de um lado — Você não está lidando com qualquer um. Já disse, ou dança conforme a minha música, ou vou te mostrar que não sou tão bonzinho.

— E acha que estou te achando bonzinho? — Pergunto quase encostando seus lábios nos meus — Pelo jeito quer me fazer de prisioneira.

— Não se der uma de doida. Estou preocupado com você e com a criança ao ponto de levar sim uma estranha para morar comigo. Vou te proteger sendo que nem é minha mulher. Eu podia simplesmente lavar as minhas mãos e cagar para essa criança que é responsabilidade sua e do descabeçado do meu sobrinho. Mas não. Estou sendo generoso demais ao te ajudar. Por tanto não reclama do meu modo de falar.

Se afastando, volta fazer o elevador funcionar. Me calando, resolvo não deixá-lo mais bravo. Ao chegarmos a mansão, fiquei de boca aberta com a fachada que é deslumbrante. Pegando minhas malas, vou na frente porque ele me cedeu.

— Glória — Chamou alguém me fazendo ver a empregada vindo de encontro — Essa jovem é lua. E está esperando uma criança do Ethan. A partir de agora ela é minha hóspede, então arrume o quarto por favor.

— Claro que sim senhor. E seja bem vinda senhorita — Pega minha mão — Com licença.

— Tem toda — Falo depois olho a decoração.

— Sente-se  — Pede sentando primeiro — Está com fome?

— Um pouco. Mas eu aguento até na hora do jantar.

— Absolutamente. Meu sobrinho não é obrigado a esperar até a noite. Agora são 14h: 30. Tem que se alimentar. Vem comigo.

Indo na frente, o sigo até entrarmos na cozinha de onde abre a geladeira e dentro pega pudim.

— Como adivinhou que pudim é minha sobremesa favorita.

— Porque é a minha também — Sorriu.

Colocando em uma pequena cuia, ele me acompanha então começamos a comer.

— Acredita que meu pudim não fica tão perfeito assim. Na maioria das vezes desmancha. Não sou muito boa na cozinha. Confesso.

Rindo até que seu celular toca.

— O que foi? — Pergunta saindo de perto — Sim já estou na mansão. Venha que precisamos conversar.

Assim que desliga lhe chamo.

— Era o Ethan?

— Era.

— E acha que ele vai brigar comigo se me encontrar aqui. Afinal ele disse que não queria mais me ver.

— Não se preocupe. Essa casa é minha. Bom, eu preciso fazer umas ligações. Glória!

— Pois não senhor.

— Mostre qual é o quarto em que a senhorita lua irá ficar.  Glória é a governanta, fora ela tenho mais empregados que estarão a sua disposição.

— Obrigada — Assentindo ele se afasta então o observo subir os degraus e seu bumbum redondinho se mexer.

— Vamos senhorita? — Glória me chama me fazendo dispersar os pensamentos.

— Vamos — Andando atrás, ela abre uma porta me fazendo ver um quarto bastante aconchegante.

— Qualquer coisa estou pela casa. É só me chamar.

— Obrigada. Chamo sim.

— Com licença.

— Tem toda.

Deixando o quarto. Deito na enorme cama então sorrio por saber que vou viver nessa mansão maravilhosa. Meu filho, melhor coisa que aconteceu foi te ter dentro de mim. Vamos ser ricos.

RIO.

Mas e o Dominic. Como faço para que ele seja mais amável. Que homem lindo nunca vi igual, tão diferente do Ethan que é sem sal.  Ai meu Deus que beijo foi aquele que trocamos, línguas precisando com urgência uma da outra. Será que vou me apaixonar? E ele? Será que vai se apaixonar mesmo gostando de loira, será.

Me pego pensando e sentindo vontade de beija-lo novamente.

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