O garçom nos levou até uma mesa no canto mais reservado do restaurante. Tudo ali era aconchegante, elegante sem exagero, e a meia-luz deixava o ambiente com cheiro de segredo.
Salvatore puxou minha cadeira, me olhou como se eu fosse o centro do universo, e depois sentou à minha frente. O silêncio entre a gente não era desconfortável — era íntimo, cheio de significados. Ele pegou minha mão por cima da mesa e começou a brincar com meus dedos.
— Eu tava nervoso — ele confessou, com um sorriso tort