Clara subiu a escada ao lado de Vinícius, o coração preso na garganta. Ele caminhava devagar, a respiração curta — as costelas ainda reclamavam a cada passo. Ela manteve um passo atrás, não por carinho, mas por medo de deixá-lo cair… e do que aconteceria se o fizesse. Quando chegaram ao quarto, Vinícius parou à porta, inspirando fundo como alguém que precisava atravessar uma linha invisível. Clara abriu caminho para ele e o guiou até a cama.
— Senta aqui… devagar — disse ela, suavemente.
Ele